HISTÓRICO DE EVENTOS

NPMR  |   10 de Março de 2017

 

Caros colegas,

Nos dias 10 e 11 de março de 2017 tivemos o privilégio de receber como palestrante o brilhante psicanalista Professor Dr. Roosevelt Smeke Cassorla.

Iniciamos as atividades no dia 10/03 às 19h30 com seminário clínico, momento em que tivemos como colaboradora a psicóloga Rosiane Pelizer Caprioli, membro do NPMR, que apresentou um caso clínico. Foi uma experiência enriquecedora que nos auxiliou a pensar a Clínica a partir do olhar sobre a intersubjetividade da dupla analítica.

 

No dia 11/03, iniciamos a aula inaugural com o tema: “Sonhando a sessão analítica: entre o princípio do prazer e o princípio da realidade”.

 

Nesse encontro, Cassorla discutiu a importância da capacidade de simbolização para o desenvolvimento do pensamento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os símbolos tornam presente a realidade ausente, representando-a e expressando-a inicialmente para nós mesmos. Os símbolos se atraem e vinculam entre si, constituindo-se uma rede simbólica em constante modificação e desenvolvimento. É essa capacidade de representação simbólica que diferencia o ser humano de outros seres vivos. A realidade (material e psíquico) e sua percepção podem ser transformadas a partir de novas experiências emocionais que, quando simbolizadas, se conectam à rede simbólica do pensamento. Quando a capacidade de simbolizar é adequada, podemos aprender com a experiência. Dessa forma, parcialmente, o ser humano é capaz de ir construindo sentido para sua própria vida.

 

Cassorla nos fala que a capacidade de simbolizar se vincula à possibilidade de viver  na triangulação edípica que ocorre na posição depressiva onde self e objeto são vivenciados separados, tendo vidas próprias.

 

Num segundo momento tivemos um seminário clínico, em que mais uma vez o professor Cassorla fez algumas considerações sobre o caso clínico apresentado pela colega Carmem Marioto Jubram, psicóloga, membro filiado da SBPSP e membro do NPMR. Foi um encontro muito produtivo sob o ponto de vista da experiência clínica.

 

Finalizando as atividades junto à Comissão Científica, o Prof. Dr. Roosevelt Cassorla realizou, no dia 11/03, a aula inaugural dos Cursos Clínica, Teoria e Técnica infantil e Introdução ao Pensamento de Bion, ambos coordenados por Patrícia Nunes.

 

O tema do trabalho apresentado pelo professor Cassorla foi: “O campos analítico como campo dos sonhos.”

 

Agradecemos a participação de todos os colegas que se dispuseram a divider conosco essa experiência, nos motivando a desenvolver um trabalho produtico para o crescimento e desenvolvimento de futuros psicanalistas.

 

Maria Cássia Asperti Ottaino

Coordenadora da Comissão Científica

 

Carla Crepaldi de Melo Paduá

Auxiliar de Comissão

 

 

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NPMR  |   26 de outubro de 2016

 

Caros Colegas,

No sábado, 26 de novembro, tivemos uma reunião científica com apresentação do trabalho “Um passeio pelo feminino com Clarice Lispector”, de Patrícia Nunes, com comentários de Cibele M. M. Di Battista Brandão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O trabalho da Patrícia traz a beleza da transformação da experiência emocional em sonho numa linguagem leve e poética. Os comentários da Cibele apontam um outro vértice para pensarmos os desafios da clínica. Foi um encontro em que pudemos observar a profundidade do pensamento psicanalítico na sua interface com a literatura e refletir sobre a temática do feminino.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comissão Científica

 

Coordenadora: Maria Aparecida Rocha

 

Auxiliar de Coordenação: Carla Crepaldi de Melo Pádua

 

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NPMR  |   26 de outubro de 2016

 

Caros colegas,

No dia 26 de novembro, acompanhados pela psicanalista Cibele M.M.Di Battista Brandão, tivemos o Seminário – A técnica analista e questões presentes no processo: o ponto de vista de Thomas Ogden.

 

Encerramos, nesta data, a programação deste ano com um encontro muito profícuo, rico em trocas de experiências, tendo como pano de fundo os conceitos de privacidade, reverie e técnica analítica propostos por Ogden.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segue um recorte do que estudamos:

 

“Privilegiar a investigação da vida inconsciente do analisando dá-se através do uso que o analista faz de sua prática e experiência, ao empregar seu próprio inconsciente na função de receptor do fluxo”.

“O fato de apresentar o uso do divã enfatizando minha própria necessidade, bem como a do analisando, de uma área de privacidade, um espaço psicológico no qual pensar e gerar experiências, representa uma declaração importante ao paciente a respeito da minha concepção do método analítico e da sobreposição de nossos papéis nele”.

“Define-se melhor a empreitada analítica não pela forma (aí incluída a freqüência de sessões), mas pela substância que envolve a análise da transferência-contratransferência (incluindo ansiedade/defesa), à medida que se dá forma a esses fenômenos no vivenciar e na interpretação do terceiro analítico”.

Thomas Ogden

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Coordenação: Cibele M.M.Di Battista Brandão

 

Comissão Científica

 

Maria Aparecida Rocha

Carla Crepaldi de Melo Pádua

 

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